Esta é a história do homem a quem chamavam Obvious Adams (Adams *Óbvio*.) e foi publicada pela primeira vez numa série de artigos no Saturday Evening Post, nos EUA, em 1916. Tornou-se bastante popular e, como seria óbvio, acabou por ser publicada em livro. É uma fábula sobre o capitalismo americano do princípio do século XX. Não é muito longa, mas vale bem a pena. É uma daquelas histórias que anda por aí há muitos anos, mas suspeito que não seja muito conhecida pelas pessoas que hoje trabalham no negócio louco do marketing. Cruzei-me novamente com ela por acidente e pensei que o mais óbvio seria sacudir-lhe o pó, traduzi-la e partilhá-la convosco; assim... como uma “mensagem de esperança” na publicidade e comunicação inteligentes. À primeira vista poderá parecer um pouco datada, mas contém lições intemporais e bastante valiosas. Na verdade, são tão relevantes que o próprio David Ogilvy se referia a este livro como um dos melhores livros de negócios que alguma vez lera. Hei-lo agora, publicado em português, numa edição com LETRAS GRANDES que permitem uma LEITURA MUITO MAIS FÁCIL... obviamente.
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